E, de repente, como em uma epifania, eu penso: "tenho em meu coração um baobá". Aprendi com O Pequeno Príncipe que devemos logo distinguir baobás de roseiras para impedi-los de crescer. E se perdemos o tempo em que ele é ainda um simples arbusto? O que fazer quando o deixamos crescer e até o regamos, na ânsia por sua sombra, desapercebidos do fato de que baobás não dão frutos?
Eu guardo em mim um baobá, meu amigo. E meu coração é um planeta pequeno. Talvez menor que o asteróide B 612...
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